PROSPER GESTÃO  
 

Prosper de A_Z

Prosper de A a Z

Para uma melhor compreensão dos termos utilizados no mercado financeiro, confira as definições:

 
Ação
Título que representa a menor fração do capital de uma sociedade anônima.

Ação de Segunda Linha
Ações com menor liquidez do que as blue chips.

Ação Ordinária - ON
Confere ao acionista direito de voto na empresa e pode, eventualmente, proporcionar participação nos resultados da companhia.

Ação Preferencial - PN
Garante ao acionista participação nos resultados da empresa, mas não dá direito a voto.

After Market
Serviço oferecido pela BMF&Bovespa, que permite negociação eletrônica de compra e venda de ações no período noturno. Horário de verão: fase de pré-abertura, de 18h30min às 18h45min; e de negociação, de 18h45min às 19h30min. No horário normal: pré-abertura, de 17h30min às 17h45min e de negociação, de 17h45min às 19h.

Benchmark
Índice ao qual o fundo é comparado, que serve como parâmetro de rentabilidade e risco. Cada tipo de fundo possui um benchmark distinto.

Blue chip
Expressão usada para definir ações de empresas tradicionais e de grande porte, com grande liquidez e procura no mercado de ações.

Cetip
A Cetip S.A. - Balcão Organizado de Ativos e Derivativos é uma sociedade administradora de mercados de balcão organizados, ou seja, de ambientes de negociação e registro de valores mobiliários, títulos públicos e privados de renda fixa e derivativos de balcão. É, na realidade, uma câmara de compensação e liquidação sistemicamente importante, nos termos definidos pela legislação do SPB – Sistema de Pagamentos Brasileiro (Lei 10.214), que efetua a custódia escritural de ativos e contratos, registra operações realizadas no mercado de balcão, processa a liquidação financeira e oferece ao mercado uma Plataforma Eletrônica para a realização de diversos tipos de operações online, tais como leilões e negociação de títulos públicos, privados e valores mobiliários de renda fixa.

Compliance
A missão de Compliance, ao lado das áreas de Risco e de Auditoria, é fazer a gestão controlada dos riscos e garantir a integridade da empresa, dos clientes, dos acionistas e dos funcionários. A tarefa é muito mais ampla que evitar que as companhias sejam usadas para operações ilegais, como a de lavagem de dinheiro. É o dever de estar em conformidade e cumprir regulamentos internos e externos impostos às atividades da instituição e de efetuar análises criteriosas quanto às adequações dos processos, da cultura e disciplina organizacional.

Cota
Corresponde a frações ideais do patrimônio de um fundo, devendo ser nominativas e escrituradas em nome de seu titular. O valor da cota é resultante da divisão do patrimônio líquido do fundo pelo número de cotas do mesmo no encerramento do dia.

Custódia
Guarda de títulos assumidos pela instituição financeira. Departamento de um banco ou corretora responsável pela custódia de títulos e valores.

CVM
Comissão de Valores Mobiliários: autarquia federal vinculada ao Ministério da Fazenda. Tem por objetivo fiscalizar e disciplinar todas as operações realizadas em bolsas de valores e no mercado de capitais.

D+1
Define as condições pactuadas entre o banco e o cliente para a aplicação ou resgate das cotas. Por exemplo, cota de D+1 corresponde à cota do dia seguinte ao pedido de aplicação/resgate. Resgate com pagamento em D+1 corresponde ao dia seguinte ao do pedido do resgate.

Day-trade
Compra e venda de um ativo por um mesmo comitente em um mesmo dia.

Debêntures
São títulos de crédito causais que representam frações do valor de contrato de mútuo, com privilégio geral sobre os bens sociais, garantia real sobre determinados bens ou sem garantia, emitidos pelas sociedades anônimas no mercado de capitais.

Derivativos
Operações financeiras cujos valores de negociação derivam de outros ativos, denominados ativos-objeto, com a finalidade de assumir, limitar ou transferir. Abrange uma ampla opção de operações, como a termo, futuro, swaps, entre outras.

DI
Carteiras que aplicam em renda fixa, porém amarram a rentabilidade dos papéis que adquirem a variação dos depósitos interfinanceiros, normalmente fazendo operações no mercado futuro. Assim, oscilam junto aos juros interbancários, diariamente. Não oferecem nenhum adicional de rentabilidade e, na sua maioria, são consideradas carteiras passivas.

Disclosure
Termo em inglês que, no mercado financeiro e nas bolsas de valores, significa a obrigação que todas as empresas têm de lançar títulos no mercado, de revelar (to disclose) as informações relevantes de sua situação econômico-financeira aos investidores potenciais.

FAC - Fundos de Aplicação em Cotas
Aplicam em Fundos de Investimentos Financeiros - FIF e podem aplicar também em fundos de renda variável.

FIF - Fundos de Investimentos Financeiros
Categoria em que se enquadram todos os que estão sob a regulamentação do Banco Central, como os fundos de renda fixa, incluindo também as carteiras cambiais.

Fundos cambiais
São os que aplicam em ativos indexados ao dólar, como papéis públicos e/ou operações nos mercados futuro de câmbio. Embora alguns persigam taxas acima do câmbio, a maioria deles são carteiras passivas.

Fundos de ações
São obrigados a manter 51% de seu patrimônio aplicado em ações de emissão de companhias abertas, mas não estão sujeitos à restrição quanto à concentração dos investimentos em ações de uma mesma companhia. Podem se utilizar contratos de derivativos, com o objetivo de aumentar o risco das aplicações ou para proteção contra oscilações adversas. São adequados àqueles investidores que aceitam uma grande exposição ao risco, aliada à expectativa de uma maior rentabilidade.

Fundos multicarteira ou multiportfólio
São fundos que se aplicam em renda fixa e variável de acordo com as melhores oportunidades.

Hedge
Significa proteção. São fundos voltados para proteger o capital do cotista no caso de desvalorização brusca na taxa de câmbio.

Home Broker
O Home Broker é o instrumento que permite a negociação de ações via internet, através de ordens de compra e venda de ações por meio do site de uma corretora.

Ibovespa
Índice da Bolsa de Valores de São Paulo - principal índice do mercado de ações, expressa, na forma de "pontos", a evolução dos preços das 60 ações mais negociadas da Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo). Ele corresponde a mais de 90% do volume financeiro diário.

IGP-M
O Índice Geral de Preços do Mercado - IGP-M é uma das versões do Índice Geral de Preços - IGP. É medido pela Fundação Getulio Vargas - FGV e registra a inflação de preços desde matérias-primas agrícolas e industriais até bens e serviços finais.

Índice de Preços NASDAQ-OTC
Baseia-se em dados fornecidos pelo sistema automatizado de cotação da Associação Nacional de Corretoras de Valores - NASDAQ e inclui todas as ações domésticas negociadas no mercado de balcão (over-the-counter - OTC) - exceto as gerenciadas em bolsa e as que possuem apenas um negociador no OTC, totalizando 3500 ações. O índice é ponderado e teve início em 5 de fevereiro de 1971. Opções e futuros não são negociados nesse índice.

Índice de Sharpe
O Sharpe é o índice mais utilizado para mensurar o desempenho de um fundo de investimento. Com cálculos baseados na relação retorno/volatilidade, ele representa o quanto o fundo esteve exposto ao risco para alcançar determinada rentabilidade. Quanto maior for o índice de Sharpe de um fundo, maior será sua eficiência em assumir risco para atingir um retorno.

Índice Standard & Poor's Composite de 500 ações
Índice ponderado que apresenta mudanças no valor agregado de mercado de 500 ações para o período base de 1941-43. Em sua maior parte é integrado pelas companhias registradas na NYSE e algumas ações negociadas na AMEX e no mercado de balcão; abrange 400 indústrias, 60 companhias de transporte e prestadoras de serviços públicos e 40 instituições financeiras, representando cerca de 80% do valor de mercado de todas as emissões negociadas na NYSE.

Média industrial Dow Jones
Média ponderada das 30 ações de primeira linha mais negociadas - blue chips, principalmente do setor industrial, incluindo a American Express Company e a American Telephone and Telegraph Company. Preparado e publicado pela Dow Jones & Company, é o mais tradicional e mais cotado entre todos os índices de mercado desde 1928.

Portfólio - Carteira de Título
Conjunto de empréstimos e ativos financeiros, como títulos, ações, debêntures, entre outros, pertencentes a uma empresa. São classificados por prazo de maturação, devedor, taxa de juro, de remuneração esperada, etc. Embora o termo esteja associado a haveres financeiros, os haveres reais também podem estar inclusos nessa categoria. O mesmo que carteira, sendo a carteira de títulos e a carteira de ações aquelas constituídas por ações adquiridas em bolsas de valores.

Rating
Define avaliação e classificação de empresas que atuam no mercado de capitais, possibilitando ao investidor a definição do grau de risco que assume ao adquirir um título.

Renda Variável
No mercado de capitais, os rendimentos que não são prefixados não fazem parte das condições dos títulos e variam em função das condições de mercado. Os exemplos mais comuns são as ações, os fundos mútuos e os fundos fiscais.

Risco
Incerteza associada ao retorno de um investimento. Geralmente é representado pelo desvio padrão, ou seja, pela oscilação das taxas de recuo em torno de sua média.

Risco de mercado
Risco associado à oscilação de preços. Também conhecido por risco sistêmico ou não diversificável. Pode ser subdividido em:

· Risco de mercado - ordinário: risco captado por medidas estatísticas, sendo passível de mensuração. Este é o tipo que se estima utilizando modelos de VaR, paramétrico e histórico.

· Risco de mercado - não ordinário: é o risco implícito em um cenário de ruptura, onde as correlações estatísticas não são válidas. É caracterizado também por saltos rápidos nos preços. Esta categoria é comumente estimada utilizando-se cenários de stress e testes através de simulações, como que impacto teria uma grande elevação ou queda dos juros, de câmbio, de ações listadas em bolsa, entre outras.

Risco de Crédito
Medida de risco da contraparte, ou seja, da probabilidade de um devedor não honrar com seus compromissos.

Risco Operacional
Segundo o Banco para Compensações Internacionais - BIS é o risco de perda decorrente de processos internos, pessoais e sistemas inadequados ou falhos, ou ocasionados por eventos externos. Atualmente, o Banco Central, através da Resolução nº 3.380, exige que as instituições acompanhem e previnam-se contra possíveis falhas em suas rotinas operacionais.

Risco de Compliance
É o risco de receber sanções legais ou regulatórias, de perda financeira ou de reputação que um banco pode sofrer como resultado da falha no cumprimento de aplicações de leis, regulamentos, código de conduta e das boas práticas bancárias.

Risco legal
A Resolução nº 3.380 do Banco Central, instituída a fim de aprimorar o tratamento dado ao risco operacional, define risco legal como a inadequação ou deficiência em contratos firmados pela instituição, bem como a sanções em razão de descumprimento de dispositivos legais e a indenizações por danos a terceiros decorrentes das atividades desenvolvidas.

Swap
Refere-se à concessão de empréstimos recíprocos entre bancos, em moedas diferentes e com taxas de câmbio idênticas, utilizada comumente para antecipar recebimentos em divisas estrangeiras.

Value at Risk - VaR
Value at Risk - VaR é uma medida, em montante financeiro, que demonstra a maior perda esperada de um ativo ou carteira em um determinado período de tempo, através de séries estatísticas.

Volatilidade - Vol
Indica o grau de oscilação (variação positiva ou negativa) do preço de um ativo em um determinado período de tempo. É a mais conhecida e utilizada medida de risco.

Volatilidade histórica
É a volatilidade passada e apurada com base em séries históricas de um ativo. É facilmente apurada e serve de parâmetro para se estimar a volatilidade futura.

Volatilidade Implícita
É subjetiva, sendo necessário utilizar modelagens matemáticas para sua estimação. É usada para ocálculo do preço de opções e dele são derivadas. São extremamente úteis para negociação, pois exprimem qual a volatilidade que o mercado espera para certo período.
 

 

 
Praia de Botafogo, 228 · 9º andar · Botafogo · Rio de Janeiro - RJ - CEP 22250-906 · Tel: 21 2138-8500 · Fax: 21 2138-8570
FUNDOS DE INVESTIMENTO NÃO CONTAM COM GARANTIA DO ADMINISTRADOR DO FUNDO, DO GESTOR DA CARTEIRA, DE QUALQUER MECANISMO DE SEGURO, OU, AINDA, DO FUNDO GARANTIDOR DE CRÉDITO – FGC; A RENTABILIDADE OBTIDA NO PASSADO NÃO REPRESENTA GARANTIA DE RENTABILIDADE FUTURA; É RECOMENDÁVEL A LEITURA CUIDADOSA DO PROSPECTO E REGULAMENTO DO FUNDO DE INVESTIMENTO PELO INVESTIDOR AO APLICAR SEUS RECURSOS. NÃO HÁ GARANTIA DE QUE ESTE FUNDO TERÁ O TRATAMENTO TRIBUTÁRIO PARA FUNDOS DE LONGO PRAZO.

ANBIMACOMO INVESTIR