

O movimento de alta dos mercados iniciou o mês de agosto sem o fôlego demonstrado na segunda metade de julho. Mesmo com os dados positivos, a pressão por um ajuste nos mercados trouxe um aumento da volatilidade e um menor apetite a risco por parte dos investidores, acarretando movimentos indefinidos no final do mês.
Apesar da incerteza de curto prazo, a bolsa brasileira seguiu atraindo capital externo, com entrada R$ 1,6 bilhões em agosto, acompanhando os mercados externos e fechando o mês com leve alta. A exemplo de julho, as ações de empresas menores e com menor liquidez (small caps) continuaram atraindo grande fluxo, principalmente as do setor de construção civil, que voltaram a se destacar frente ao Ibovespa.
Para os meses subsequentes, acreditamos em um ajuste nas principais bolsa mundiais. A aparente perda de força do movimento de alta recente reforça nossa ideia de que possamos passar por uma realização mais forte no curto prazo. Contudo, continuamos com as expectativas positivas para o mercado, que deve seguir com sua tendência principal de alta para o fim de 2009. Mantivemos nossa estratégia de maior alocação em small caps, reforçando o setor de construção civil, onde ainda vemos boas perspectivas para os próximos meses.